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Editorial: Supremo tem missão histórica de corrigir decisão insensata que parou a Ferrogrão

Da redação
DA REDAÇÃO

08/10/2025 • 19:43 • Atualizado em 08/10/2025 • 19:43

Chegou a hora. Abre-se, finalmente, uma gaveta empoeirada do Supremo. E o país vai acompanhar, com esperança, um julgamento que pode por fim a uma situação absurda e cruel e portanto, inaceitável -- que condenou até agora a nossa economia a perder empregos, tributos, exportação e alimentos mais baratos.

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O Supremo tem a missão histórica de corrigir a decisão insensata que parou a Ferrogrão por um longo tempo de desperdícios, poluição e prejuízos injustificáveis. Basta um dado para mostrar a condição imposta por essa decisão desatinada de um só juiz... atendendo ao interesse de um só partido.

O Mato Grosso acaba de colher a maior safra de soja de sua história, mas está condenado a perder grande parte rodando nas estradas entre as lavouras e os portos -- em milhões e milhões de viagens em caminhão. Destravado o projeto da Ferrogrão -- como se espera do julgamento em plenário do Supremo. E já tendo dois votos a favor, estará, finalmente, aberto o caminho que vai atender o interesse e a crescente expectativa de todo o país. País já cansado, é verdade, de tanta insensatez.

Mas ainda capaz da justa indignação e da sempre viva esperança de ver a chegada de uma nova fase de eficiência e prosperidade, depois de condenado na Justiça o período nefasto de boicote ao trabalho e à produção dos brasileiros. Chegou a hora. Na verdade, já passou e muito da hora. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.

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