Jornal da Band

Entenda como maioria de votos absolutos não garante vitória presidencial nos EUA

Na matemática eleitoral, Kamala larga com 226 delegados, enquanto Trump está com 219, cenário que pode mudar a depender dos resultados nos estados-pêndulo

Da redação
DA REDAÇÃO

01/11/2024 • 19:51 • Atualizado em 01/11/2024 • 19:51

Nos Estados Unidos, sete estados são considerados cruciais para definir se o novo presidente será o republicano Donald Trump ou a democrata Kamala Harris. Eles são os chamados estados-pêndulo, ora democratas, ora republicano.

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Na história, cinco vezes o candidato mais votado nas eleições não foi eleito presidente americano. A última vez foi em 2016. A democrata Hillary Clinton teve 3 milhões de votos a mais que Trump, mas o republicano ganhou em mais estados e venceu no colégio eleitoral.

O vencedor em cada estado americano ganha os delegados locais. Na maioria deles, a tradição e as pesquisas indicam com antecedência quem ganhará.

Na matemática eleitoral, Kamala larga com 226 delegados e Trump, 219. O número magico que garante a eleição é 270. Esses votos estão justamente nos estados-pêndulo.

Kamala lidera em Michigan e Wisconsin. Já Trump, no Arizona, Georgia, Carolina do Norte e Pensilvânia. Em nevada, há empate. Em nenhum desses territórios, os candidatos têm uma vantagem maior que 3 pontos percentuais. Em todos, estão na margem de erro das pesquisas.

A Pensilvânia é o maior destes estados-pêndulo. Ficou imortalizada no cinema como a terra do lutador Rocky Balboa. Quem vencer e conquistar os 19 delegados tem boas chances de ser eleito presidente dos EUA.