Jornal da Band

Esquema de segurança para o funeral do papa envolve alerta em unidades antiterrorismo; entenda

Mais de 200 chefes de estado devem comparecer ao funeral de Francisco

FELIPE KIELING

22/04/2025 • 19:45 • Atualizado em 22/04/2025 • 19:45

Segurança mais que reforçada enquanto milhares de fiéis chegam ao Vaticano para prestar a última homenagem ao papa Francisco. Até o sábado (26), dia do funeral, 200 líderes devem desembarcar por lá para a despedida do pontífice.

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São milhares os fiéis de todas as partes do mundo que se reúnem por aqui para dizer adeus ao Papa. Roma se transforma em uma verdadeira fortaleza. A segurança em torno do funeral é comparável à de uma cúpula do G20.

As ruas em torno do Vaticano estão cercadas por barreiras metálicas, carros da polícia italiana e pelo exército. O clima aqui é de reverência, mas também de vigilância máxima. E não é para menos: líderes religiosos e chefes de Estado de diversos países confirmaram presença no funeral do Papa que acontece na Basílica de São Pedro - o que exige um aparato de segurança internacional.

Líderes mundiais comparecerão ao funeral

Mais de 200 chefes de estado devem comparecer ao funeral de Francisco. O Príncipe William irá representar a monarquia britânica. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Emanuel Macron, da França, e o presidente Lula estão entre os confirmados.

Além da Gendarmeria Pontifícia, que é responsável por proteger o Papa e o Vaticano, há um forte esquema de cooperação com diferentes forças de segurança italiana e até agências de inteligência de outros países. A Interpol, por exemplo, está em contato direto com as autoridades locais para monitorar qualquer movimentação suspeita.

O espaço aéreo foi fechado temporariamente, e há drones militares e helicópteros sobrevoando a região. Equipamentos de bloqueio de sinal, câmeras com inteligência artificial e unidades antiterrorismo estão em alerta.

O objetivo é garantir que tudo ocorra com segurança e respeito - como a ocasião exige.

E não é só o que acontece aqui fora. Há também uma operação digital em andamento: sistemas de cibersegurança monitoram redes sociais e trocas de mensagens para identificar qualquer ameaça em potencial.

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