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Estiagem em SP: Bauru inicia rodízio e Cantareira opera com 35% da capacidade

Nível baixo dos rios e represas força medidas de economia em diversas cidades. Na capital e Grande São Paulo, Sabesp reduz a pressão da água durante a madrugada

Da redação
DA REDAÇÃO

28/08/2025 • 20:16 • Atualizado em 28/08/2025 • 20:16

Estiagem em SP: Bauru inicia rodízio e capital tem redução de pressão da água

Estiagem em SP: Bauru inicia rodízio e capital tem redução de pressão da água

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A forte estiagem no estado de São Paulo já força cidades do interior a adotarem medidas de racionamento de água. Em Bauru, moradores enfrentam um sistema de rodízio no abastecimento, enquanto na capital e na Grande São Paulo, a Sabesp reduziu a pressão na rede de distribuição durante as madrugadas.

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A falta de chuvas significativas mantém em estado de alerta os principais reservatórios que abastecem a região metropolitana, como a Cantareira, que opera com 35% de sua capacidade.

Em Bauru, o rodízio foi implementado como medida emergencial pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE). A população foi dividida em dois grupos, que recebem água em dias alternados (pares e ímpares). A decisão afeta diretamente cerca de 100 mil pessoas, o que representa 27% da população da cidade, dependentes da água do Rio Batalha, cujo nível na lagoa de captação está criticamente baixo e continua caindo.

A situação força comerciantes a buscarem alternativas. Nayla Lopes, proprietária de um restaurante que atende 300 pessoas por dia, precisou construir uma cisterna para não interromper o serviço.

Outros municípios do interior também adotam ações para economizar água. Em Artur Nogueira e Itu, a companhia de abastecimento também optou por reduzir a pressão da água na rede entre 21h e 5h.

Nível dos reservatórios da Grande SP

A medida de redução da pressão da água durante a madrugada também foi implementada na capital e em toda a Região Metropolitana de São Paulo. A estratégia visa diminuir as perdas por vazamentos na extensa rede de distribuição, otimizando o uso dos recursos hídricos disponíveis.

A preocupação se agrava ao se observar o nível dos principais sistemas de reservatórios. O Sistema Alto Tietê, um dos mais importantes, opera com menos de 30% de sua capacidade total. O Cantareira, que já foi símbolo da crise hídrica de anos anteriores, está com 35%. O cenário é um pouco mais confortável apenas no Sistema Guarapiranga, que registra 54% de seu volume.

Segundo meteorologistas, uma melhora significativa no nível dos rios e reservatórios só deve ocorrer a partir da segunda quinzena de outubro, com a previsão de retorno das chuvas mais intensas da primavera. Até lá, a orientação das autoridades é para o consumo consciente por parte de toda a população.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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