Jornal da Band

Funcionária da ONU agride gerente de lanchonete em Brasília

Analista de RH do escritório das Nações Unidas foi afastada após agredir funcionária em drive-thru na Asa Norte por causa de cebola em sanduíche

ADRIELY KARINA

05/05/2026 • 19:53 • Atualizado em 05/05/2026 • 20:22

Funcionária da ONU agride gerente de lanchonete em Brasília

Funcionária da ONU agride gerente de lanchonete em Brasília

Band TV

Uma analista de recursos humanos do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) agrediu a gerente de uma lanchonete na Asa Norte, em Brasília, após receber um sanduíche com um ingrediente indesejado.

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O episódio de violência aconteceu na madrugada de 1º de maio, feriado do Dia do Trabalhador, em uma unidade de drive-thru. Imagens de segurança registraram o momento em que a cliente discute com os atendentes e desfere ao menos dois tapas na cabeça da gerente do estabelecimento.

De acordo com as informações , a motivação das agressões foi um erro na montagem do pedido: a cliente solicitou um sanduíche sem cebola, mas o produto foi entregue com o vegetal. A insatisfação gerou uma briga verbal que escala rapidamente para o confronto físico. A Polícia Militar foi acionada para conter a situação no local. Inicialmente, a agressora negou ter atingido a funcionária, mas o caso foi encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Investigação e desdobramentos institucionais

A cliente assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de lesão corporal. A mulher envolvida no incidente ocupa um cargo de analista de RH na ONU. Em resposta oficial, as Nações Unidas informaram que a funcionária foi colocada em licença enquanto a investigação da Polícia Civil segue em andamento.

A empresa de fast food, por sua vez, afirmou em nota que tomou todas as providências necessárias no momento do ocorrido. O estabelecimento ressaltou que as autoridades foram acionadas de imediato e que está prestando o apoio necessário à gerente agredida. O caso segue sob análise das autoridades policiais de Brasília para determinar as responsabilidades criminais.