Jornal da Band

Lula volta a cobrar Ibama e diz que não há contradição na exploração de petróleo responsável

Nova cobrança feita por Lula aconteceu em um evento em Belém, cidade que vai sediar a COP30

Túlio Amâncio
TÚLIO AMÂNCIO

14/02/2025 • 19:48 • Atualizado em 14/02/2025 • 19:48

O presidente Lula voltou a defender a pesquisa de petróleo no litoral do Amapá. A cobrança feita por Lula aconteceu em um evento em Belém, cidade que vai sediar a COP30, nesta sexta-feira (14). A licença para a Petrobras entrar na área ainda depende do Ibama.

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Em discurso, Lula defendeu que não há contradição entre a exploração responsável de petróleo e a agenda ambiental. E citou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

"Eu tenho certeza de que Marina jamais será contra, porque a Marina é uma pessoa muito inteligente. O que a Marina quer é o seguinte: como fazer para a gente não ser predatório com a nossa querida Amazônia", disse o presidente.

A Margem Equatorial se estende por 2,2 mil quilômetros na costa brasileira, do Rio Grande do Norte ao Amapá, e é uma aposta da Petrobras para expandir a produção de petróleo no país e financiar a transição energética.

Estimativas indicam que a região pode representar a produção de 20 bilhões de barris de petróleo, o que poderia elevar a produção nacional em mais de 1,1 mil barris por dia a partir de 2029.

A Petrobras avança na construção de uma base para prevenção de emergências em Oiapoque, uma das exigências do Ibama para liberar a pesquisa na Margem Equatorial. A obra deve ficar pronta no próximo mês.

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