Mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo sofrem com algum tipo de transtorno mental, segundo um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A estimativa da entidade aponta que uma a cada oito pessoas enfrenta um problema relacionado à saúde mental, sendo a ansiedade e a depressão os mais comuns.
Os transtornos mentais não apenas impactam a saúde e o bem-estar individual, mas também geram um alto custo para a economia global.
A OMS calcula que a depressão e a ansiedade, juntas, custem cerca de US$ 1 trilhão anualmente, principalmente por incapacitarem a força de trabalho.
A busca por ajuda, no entanto, é dificultada pelo estigma social associado aos transtornos mentais. A falta de acesso e a dificuldade em verbalizar a angústia e a ansiedade muitas vezes levam as pessoas a recorrerem a alternativas prejudiciais, como o consumo de drogas, cigarro e álcool, o que compromete ainda mais a saúde geral.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento médico-psiquiátrico nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). No entanto, especialistas ressaltam que a prevenção e a recuperação vão além do consultório.
A prática de atividades físicas é citada como uma medida importante para a saúde mental. Outros recursos essenciais são o contato humano, a conversa e a participação em projetos comunitários, que promovem a interação social e a sensação de propósito.
Texto gerado artificialmente e revisado por jornalistas de Band.com.br
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