Uma das linhas de investigação da polícia civil de São Paulo é a de que o metanol tenha sido usado pelos fraudadores na limpeza de garrafas de uísque, vodka e gin falsificados. E que a contaminação pode ter sido causada pelos resíduos do produto tóxico. A suspeita surgiu depois que os investigadores chegaram a fábricas clandestinas que forneceram bebida adulterada a distribuidoras.
Outras hipóteses também são investigadas. Na zona norte de São Paulo, policiais civis prenderam um dos principais fornecedores de materiais para a falsificação de bebidas. Em dois imóveis, os agentes encontraram 200 garrafas, além de tampas, rótulos, caixas e até selos de autenticação falsificados. O material vai para análise da perícia.
Uma suspeita notificada hoje pelo Paraná. Uma morte foi registrada no Mato Grosso do Sul. Na Bahia, 2 casos são investigados -- entre eles, 1 morte.
