
Toyota suspende operações no país após danos de chuva em São Paulo
Reprodução
Pouco tempo depois da forte tempestade que atingiu Porto Feliz e destruiu a fábrica da Toyota no interior de São Paulo, os estragos ainda estão espalhados pela cidade. Um fenômeno climático incomum deixou um rastro de destruição – conhecido como “microexplosão”.
Do alto, várias construções ficaram sem cobertura, os telhados de uma farmácia e de uma escola foram arrancados com a força do vento. Nos dois locais, ninguém ficou ferido – mas em um lar de idosos, bem ao lado, a situação foi mais grave, com três idosos feridos.
A cidade foi atingida por uma microexplosão. O evento climático extremo é uma violenta rajada de vento que desce rapidamente, atinge o solo e se espalha, como se fosse uma bomba de ar. Os ventos chegaram a 100 quilômetros por hora.
O vento deixou um rastro de destruição pela cidade. Um dos pontos que mais impressiona é um local que, antes, era um mercado, mas durante a tempestade o teto foi abaixo. Sobraram em pé apenas as paredes.
O temporal também causou destruição na fábrica da Toyota. A montadora teve a produção de motores paralisada, o que impactou a linha de produção de outras duas fábricas, em Indaiatuba e Sorocaba. Para preservar os empregos durante a reconstrução, a empresa antecipou as férias dos funcionários. Ao todo, três unidades empregam cerca de 7 mil pessoas.
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