A cada minuto, o Brasil registra, em média, 11 tentativas de fraudes envolvendo o uso de documentos e biometria facial. Um estudo revela que a Carteira de Identidade Nacional, lançada há três anos, que substitui o RG pelo CPF, consegue diminuir esses golpes.
De acordo com a Serasa, a Carteira de Identidade Nacional se mostrou até 10 vezes menos suscetível a golpes do que o RG e cinco vezes mais segura do que a CNH, a carteira de motorista. O documento exige atualizações periódicas de acordo com a idade, o que também ajuda a diminuir as fraudes.
A tecnologia usada no documento é o que o torna mais seguro. A CIN conta com recursos como o QR Code e zona de leitura automática que contém dados pessoais para leitura por scanners, semelhante aos passaportes.
Outra vantagem da CIN sobre o RG é a padronização em todo o país, independente do estado.
A substituição completa pela Carteira de Identidade Nacional está prevista para 2032. Até lá, o RG antigo continua valendo. Tirar o documento novo é simples, basta levar a certidão de nascimento ou de casamento nos institutos de identificação ou unidades de atendimento. A primeira via é de graça.
A cidade Novo Santo Antônio, no Piauí, é a primeira cidade no país com 100% da população documentada com a CIN.
Saiba como solicitar a CIN
Com previsão para ser implementada totalmente em 2032, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) será a substituta do Registro Geral, o RG, como documento de identificação em todo o território nacional. A CIN conta com a implementação de um número único: o CPF e viabiliza a diminuição de fraudes envolvendo documentos. Saiba a seguir como emitir o novo documento:
De acordo com um comunicado do Governo Federal, o agendamento e a emissão da 1ª via da nova Carteira de Identidade Nacional são gratuitos em todo o Brasil. É possível encontrar uma lista com todos os links de agendamento no site Gov.br.
Novidades do novo RG
O documento exige atualizações periódicas de acordo com a idade, o que também ajuda a diminuir as fraudes. De acordo com o governo, a CIN possui um fluxo de emissão e de dados de identificação nacionais, ou seja, terá um número único, que será o CPF, para todas as unidades da federação.
Além disso, o novo documento estará disponível diferentes versões, como em papel, como o atual RG, cartão e digitalmente, por meio do aplicativo do Governo Federal.
Entre as inovações, a CIN terá QR Code, que poderá ter checagem facilitada pela Segurança Pública e por unidades de atendimentos públicos e privados. Também haverá a inclusão de uma área específica no documento da Machine Readable Zone, que contém dados do titular em um formato padronizado para ser lidos por máquinas, como há no passaporte.
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