
Onda de calor
Reprodução/banco de imagens
A onda de calor que atinge os estados brasileiros é pior para trabalhadores expostos ao sol durante o expediente. É o caso da Deise, que trabalha em uma lanchonete, e para chegar ao trabalho enfrentou um calor de 41°C.
Já com a mão na massa, Deise, que trabalha na cozinha da lanchonete, afirma: “aqui está uns 80°C”.
Sol “à pino” e nenhuma brisa. O Roni e o Eduardo, que trabalham a céu aberto com a jardinagem, falaram ao Jornal da Band sobre as principais dificuldades para trabalhar com o calorão.
“Quando você coloca a mão [no cortador de grama] você sente o calor. Imagina no calor da cabeça, que corpo suportaria esse calor todo?”, disse Roni Machado.
Pode até chover, mas os meteorologistas indicam que o calor intenso vai continuar até a semana que vem no sul do país. Por isso, quem trabalha exposto ao sol precisa tomar alguns cuidados que vão de beber muita água e usar protetor solar.
“Da para usar as roupas de proteção UV e um chapéu, já ajuda muito”, disse Anthomy Petermann, dermatologista, ao Jornal da Band.
E não há refresco nem mesmo longe do sol. Em uma oficina mecânica visitada pelo Jornal da Band, o motor ligado e os equipamentos de proteção são um desafio ainda maior para enfrentar o calorão.
“Aqui no Rio Grande do Sul é de 0°C a 40°C. Temos que nos acostumar”, disse o mecânico Jovane Candido.
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