
Mulher de Emmanuel Macron processa influenciadora
REUTERS/Manon Cruz/Pool
A primeira-dama da França, Brigitte Macron, moveu um processo por difamação nos Estados Unidos contra uma influenciadora conservadora que espalhou a alegação de que Brigitte teria nascido homem. A acusação é descrita como uma teoria da conspiração.
A influenciadora americana é conhecida por divulgar outras acusações falsas, como a de que o casal Macron seria parente e que o presidente francês foi eleito como parte de um programa da CIA, a agência de inteligência dos EUA.
A teoria sobre a identidade de gênero de Brigitte Macron ganhou repercussão internacional em 2021, depois que blogueiras francesas fizeram comentários sobre o tema. Na época, o casal Macron venceu um processo por difamação em primeira instância, mas a decisão judicial foi revertida neste ano após recurso, e as blogueiras foram absolvidas.
No processo movido nos Estados Unidos contra a ativista, Brigitte Macron terá de apresentar provas pessoais para demonstrar que a informação divulgada era falsa e que a influenciadora sabia que era uma mentira, mas a espalhou com a intenção de causar dano.
Para a Justiça americana, não é suficiente apenas provar que a informação é falsa; é preciso demonstrar que a pessoa agiu com a intenção de prejudicar. Como evidências, a primeira-dama da França deve apresentar fotos da gravidez e registros familiares de seu primeiro casamento, já que ela não tem filhos com o presidente francês.
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