Um incidente alarmante ocorreu durante um voo da KLM que partiu de Guarulhos, São Paulo, em direção a Amsterdã, na Holanda, no último dia 6 de agosto.
Um carregador portátil explodiu dentro de uma mochila enquanto o avião sobrevoava o Atlântico. Os passageiros foram acordados por gritos e sustos, e a tripulação precisou agir rapidamente para controlar as chamas.
O incidente trouxe à tona a discussão sobre os riscos associados ao transporte de baterias de lítio em aeronaves.
Em uma investigação sobre o que compõe esses carregadores portáteis, realizada em um laboratório do Centro Universitário em São Bernardo do Campo, foi explicado que uma bateria de íons de lítio é extremamente difícil de conter quando pega fogo porque não depende de oxigênio; o próprio lítio já gera tudo que é necessário para continuar queimando.
Para prevenir tais acidentes, recomenda-se não colocar nada metálico próximo às entradas da bateria, pois isso pode causar um curto-circuito.
É aconselhável transportar o carregador em um compartimento separado, como uma bolsa, ou já conectado a um equipamento eletrônico, o que diminui a probabilidade de incêndio devido ao consumo de energia pelo dispositivo.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) orienta os passageiros a verificar com cada companhia aérea as regras para transporte de baterias de lítio, geralmente recomendando que sejam levadas como bagagem de mão para mitigar riscos de acidentes maiores.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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