A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o assassinato de Gislaine Beatriz Rodrigues Duarte, encontrada morta com quatro facadas na região do pescoço. O principal suspeito do crime é o ex-namorado da vítima, Alex Sousa de Queiroz, que está preso preventivamente. Segundo as investigações, após o crime, o suspeito teria utilizado o celular de Gislaine para enviar mensagens a pessoas próximas, tentando forjar um cenário de suicídio e confundir as autoridades.
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Mensagens forjadas e simulação
A reportagem teve acesso ao conteúdo das mensagens supostamente enviadas por Alex enquanto se passava pela vítima. Nos textos, ele afirmava que Gislaine teria "entregado a vida" e que teria ferido o próprio companheiro no pescoço. Em uma das mensagens, ele escreveu que os familiares e amigos nunca mais a veriam.
Uma testemunha que interagiu com o perfil da vítima no momento do envio relatou ter percebido imediatamente que não era Gislaine quem escrevia as mensagens. Além das conversas, o suspeito publicou uma foto antiga da vítima em um hospital com uma legenda em que admitia ter "machucado quem sempre o amou".
Local do crime e prisão
Conforme informações da repórter Helena Herter, a família de Gislaine acionou a polícia após estranhar o comportamento e as mensagens recebidas. Ao entrarem na residência em Porto Alegre, os agentes encontraram a mulher morta no chão. A faca utilizada no crime foi localizada e apreendida ao lado do corpo.
O suspeito permanece sob custódia e a investigação busca agora consolidar as provas técnicas para o indiciamento por feminicídio.
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