Com apoio da extrema direita, o parlamento português aprovou um pacote anti-imigração. A aprovação foi feita depois de alterações na primeira versão da lei, considerada inconstitucional pela suprema corte portuguesa.
Uma das mudanças é a redução do tempo de espera para pedidos de "reagrupamento familiar", o que afeta milhares de imigrantes no país, inclusive brasileiros, que representam a maior comunidade estrangeira em Portugal.
A lei segue agora para o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que pode sancioná-la ou enviá-la para apreciação do tribunal constitucional.
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