A jornalista americana Shelly Kittleson foi libertada após ter sido sequestrada no Iraque por uma organização terrorista com ligações com o Irã. A notícia foi confirmada pelo Secretário de Estado americano, Marco Rubio, através de suas redes sociais.
Shelly Kittleson havia sido capturada no dia 31 de outubro em Bagdá, capital do Iraque. Segundo as autoridades americanas, o sequestro foi executado por membros da organização terrorista estrangeira Kata'ib Hezbollah, um grupo que recebe financiamento e apoio do Irã.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas mostram o momento crítico em que Kittleson foi forçada a entrar em um carro prata por dois homens em uma via pública movimentada. A jornalista, que já trabalhava na região há bastante tempo e era conhecida pelas comunidades locais, teria ignorado avisos prévios para deixar o país devido ao aumento das tensões geopolíticas.
Esforços Diplomáticos e Operacionais
Em seu comunicado oficial, Marco Rubio expressou gratidão ao FBI, ao Departamento de Defesa dos EUA, e ao Conselho Judiciário Supremo Iraquiano, além de parceiros locais no Iraque que auxiliaram nas negociações e na logística para garantir a integridade física da americana.
Rubio aproveitou o anúncio para reafirmar o compromisso do governo Trump com a segurança de seus cidadãos no exterior: "Esta resolução reflete o firme compromisso do governo Trump com a segurança dos cidadãos americanos, não importa onde estejam no mundo", declarou o Secretário.
Embora já esteja em segurança, Shelly Kittleson ainda se encontra em território iraquiano. O Departamento de Estado americano informou que está trabalhando intensamente para garantir sua saída segura do país e seu retorno imediato aos Estados Unidos.
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