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Jovem é morta após ser baleada na cabeça em assalto em Sapopemba

Beatriz Sorrilha Munhos estava com o pai e o namorado

Da redação
DA REDAÇÃO

02/11/2025 • 20:41 • Atualizado em 02/11/2025 • 20:51

Beatriz Munhos

Beatriz Munhos

Reprodução/Instagram/_biamunhos

Uma jovem de 20 anos foi morta com um tiro na cabeça após reagir a um assalto na noite do último sábado (1º), no bairro de Sapopemba, zona leste de São Paulo. O crime ocorreu por volta das 20h20, na Rua Pacoeira, enquanto a vítima, Beatriz Sorrilha Munhos, estava com o pai e o namorado.

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Segundo o boletim de ocorrência, o trio havia saído de Araçoiaba da Serra, no interior paulista, para entregar um drone vendido a um suposto comprador por meio de uma plataforma online. Enquanto esperavam no local combinado, dois criminosos em uma motocicleta sem placa anunciaram o assalto.

Durante a abordagem, o pai da jovem, Lucas Cleto Munhoz, teve o celular levado, enquanto o namorado de Beatriz conseguiu esconder o próprio aparelho debaixo do carro. Em seguida, Beatriz usou um spray de pimenta contra os assaltantes. Um deles reagiu e atirou, atingindo-a na testa.

A jovem foi socorrida pelo Samu e encaminhada ao Hospital Estadual de Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), após o disparo, os criminosos fugiram deixando para trás uma bolsa térmica semelhante às usadas por entregadores. A Polícia Militar localizou uma motocicleta com as mesmas características da usada na fuga e iniciou uma perseguição. Um dos suspeitos abandonou o veículo e fugiu a pé por uma comunidade, mas ninguém foi preso até o momento.

Em uma publicação nas redes sociais, o pai da jovem desabafou sobre a perda da filha.

“Ai, que crueldade que fizeram com a minha pequena. A gente foi vítima de um assalto. A gente entregou tudo, mesmo assim eles deram um tiro na cabeça dela. Isso não pode acontecer com outros pais”, escreveu Lucas, que é piloto profissional de drones.

O caso foi registrado como roubo seguido de morte (latrocínio) no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela), que conduz as investigações.

*Com informações do Estadão Conteúdo.