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Justiça impede governo Trump de revogar status legal de 530 mil imigrantes

Juíza federal decidiu que gestão não pode interromper autorizações de pessoas vindas de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela

Da redação
DA REDAÇÃO

15/04/2025 • 10:11 • Atualizado em 15/04/2025 • 10:11

Trump, presidente dos Estados Unidos

Trump, presidente dos Estados Unidos

Win McNamee/Pool via REUTERS

Resumo

A Justiça federal decidiu na segunda-feira (14) que o governo de Donald Trump não pode revogar o status legal e as autorizações de trabalho de 530 mil pessoas vindas de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela, por meio de um programa de Joe Biden, de 2022. A decisão de uma juíza federal de Boston impede que a medida entre em vigor no dia 24 de abril, que abriria caminho para a deportação dos imigrantes. Na decisão da juíza Indira Talwani, é descrito que o governo Trump atuou com base a uma interpretação equivocada da lei de imigração. Na proposta de Trump, os imigrantes, que estão registrados legalmente no país, perderam a proteção legal e poderiam entrar na rota da deportação em massa que o republicano prometeu na campanha eleitoral de 2024. O programa de Joe Biden concede liberdade condicional humanitária a cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos por até dois anos caso uma pessoa dos Estados Unidos concordasse em apoiá-los financeiramente. Alguns dos beneficiários poderiam depois pedir status de residência permanente.

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