O Brasil já teve ministro fraco, ministro muito fraco e teve Ricardo Lewandowski, que finalmente se vai, e se vai sem deixar uma marca, sem deixar um legado.
Foram quase dois anos sem aprovar uma única medida concreta para reduzir as estatísticas que assustam as pessoas.
Ou para aumentar o desconforto do crime organizado. Como disse um assessor de Lula, Lewandowski parecia se comportar como se a segurança pública fosse um problema teórico e distante, não uma emergência que se tornou a maior preocupação da sociedade. É torcer pro presidente caprichar na sucessão.
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