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Líderes europeus elogiam esforços de Trump por fim à guerra na Ucrânia

No documento, os líderes europeus afirmam que é necessário defender a soberania e a integridade territorial da Ucrânia

ESTADÃO CONTEÚDO

16/08/2025 • 11:17 • Atualizado em 16/08/2025 • 11:24

Putin e Trump em encontro no Alasca, nesta sexta-feira (15)

Putin e Trump em encontro no Alasca, nesta sexta-feira (15)

REUTERS/Kevin Lamarque

Resumo

Esforços de Trump na Ucrânia são elogiados por líderes europeus incluindo Macron (França), Meloni (Itália), Merz (Alemanha), Starmer (Reino Unido), Stubb (Finlândia), Tusk (Polônia), Costa (Conselho Europeu) e Von der Leyen (Comissão Europeia). Eles destacam a busca por uma paz justa e duradoura, terminando as mortes no conflito ucraniano.

Solidariedade europeia com a Ucrânia é reafirmada, enfatizando que a UE continuará apoiando o país enquanto durar o conflito com a Rússia. A nota sublinha que a integridade territorial da Ucrânia deve ser respeitada e que suas fronteiras não podem ser alteradas pela força.

Manutenção da pressão sobre a Rússia é prometida pelos líderes europeus, que se comprometem a intensificar sanções e medidas econômicas. Eles defendem a soberania da Ucrânia e rejeitam qualquer influência da Rússia sobre o futuro europeu e atlântico da Ucrânia.

Líderes europeus elogiaram os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pôr fim às mortes na Ucrânia, encerrar a guerra e alcançar uma paz justa e duradoura. A avaliação consta de nota conjunta assinada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, pela primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. Também assinam a nota o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Úrsula Von der Leyen.

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A nota diz que "a Ucrânia pode contar com a nossa solidariedade inabalável da UE, enquanto o bloco segue trabalhando por uma paz que salvaguarde os interesses vitais de segurança da Ucrânia e da Europa". Afirma ainda que cabe à Ucrânia decidir sobre o próprio território e que as fronteiras internacionais não podem ser alteradas pela força.

"Nosso apoio à Ucrânia continuará. Estamos determinados a fazer mais para manter a Ucrânia forte, a fim de alcançar o fim dos combates e uma paz justa e duradoura. Enquanto a matança na Ucrânia prosseguir, estamos prontos para manter a pressão sobre a Rússia. Continuaremos a reforçar as sanções e medidas econômicas mais amplas para pressionar a economia de guerra da Rússia até que se alcance uma paz justa e duradoura", diz o comunicado.

No documento, os líderes europeus afirmam que é necessário defender a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, e que a Rússia não pode ter poder de veto sobre o caminho do país em direção à União Europeia e à Otan.