
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva caminha no dia do funeral do Papa Francisco, no Vaticano, neste sábado (26)
Remo Casilli/Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a primeira-dama, Janja, e uma comitiva de políticos estiveram neste sábado (26) no funeral do papa Francisco, que morreu na segunda-feira (21).
A cerimônia contou com a participação de 50 chefes de Estado, dez monarcas e mais de 250 mil fiéis.
No aeroporto de Roma, Lula falou rapidamente com a imprensa antes de embarcar de volta ao Brasil. Ele afirmou ter "apreço muito grande pelo comportamento como homem e como religioso" do papa.
"Foi uma dívida que pagamos a um homem que prestou serviços à humanidade. Quisera Deus que o próximo papa seja como ele. Volto para o Brasil certo de que o cumprimos nosso dever como cristãos, religiosos e políticos", disse Lula.
Conversas entre Trump e Zelensky
O presidente Lula afirmou ainda não saber o que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky conversaram durante uma reunião no Vaticano, antes da cerimônia fúnebre começar.
Lula defendeu o diálogo para "encontrar uma saída para esta guerra, que está ficando sem explicação".
"Ninguém quer explicar e ninguém quer falar em paz. A solução é fazer com que os dois [Putin e Zelensky] sentem em uma mesa de negociação e encontrem solução não só para Ucrânia e Rússia, mas também para violência que Israel comete contra Faixa de Gaza", disse.
O papa Francisco sempre pediu o fim das guerras e dos conflitos e buscou diálogos com diversos grupos ao longo de seus 12 anos de papado.
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