
Lula durante Cúpula do Mercosul
Reprodução/Ricardo Stuckert
Resumo
Lula prometeu avançar nos acordos de livre comércio entre o Mercosul e blocos como a União Europeia e a EFTA, visando criar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo;
Comprometimento com a presidência do Mercosul foi reforçado por Lula, que assumiu o cargo pelos próximos seis meses. Ele destacou a importância de olhar para dinâmicas econômicas globais, especialmente a Ásia, e mencionou a necessidade de atualizar acordos comerciais com países como Colômbia e Equador.
Lula também prometeu avançar em tratativas com o Canadá e Emirados Árabes, além de trabalhar com o Panamá, República Dominicana e atualizar acordos comerciais com a Colômbia e Equador.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu nesta quinta-feira (3) avançar com acordos de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e a EFTA, a Associação Europeia de Comércio Livre, bloco composto por Suíça, Noruega, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Portugal e Áustria. Além disso, o chefe de Estado afirmou que deve mirar o comércio com a Ásia.
Durante discurso na Cúpula de chefes do Mercosul, Lula afirmou que está confiante que irá assinar acordos com os blocos e, assim, criar "uma das maiores áreas de livre comércio no mundo". O compromisso foi declarado por Lula ao assumir a presidência do Mercosul pelos próximos seis meses.
Sobre a Ásia, Lula citou países com quem o Mercosul pode negociar no futuro. "O Mercosul deve olhar para a Ásia, centro dinâmico da economia mundial. Nossa participação nas cadeias globais de valores, se aproximará do Japão, China, Coreia, Índia, Vietnã e Indonésia", afirmou.
Lula citou que irá avançar em tratativas com o Canadá e Emirados Árabes, além de trabalhar com o Panamá, República Dominicana e atualizar acordos comerciais com a Colômbia e Equador.
O presidente afirmou que irá reativar o Fórum Empresarial do Mercosul. "Não se constrói prosperidade apenas com grandes negócios, é necessário reativar o Fórum Empresarial do Mercosul e oferecer auxílio a pequenas e médias empresas", disse.
Sobre o aquecimento global, Lula fez um apelo para avançar em medidas contra emissões de CO² e o aquecimento global. "As consequências do aquecimento global se fazem sentir no Cone Sul, que sofre com estiagens e enchentes, que causam perdas humanas, destruição de infraestruturas e perdas de safras. A realidade se impõe mais rápido que o Acordo de Paris. O Brasil reduzirá as emissões entre 59% e 67% até 2035, em todos os setores econômicos", diz.
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