Resumo
O caso envolve Francisco Paulo da Silva, morto após ataque de um pitbull em Extremoz, Natal, com novas evidências sugerindo possível crime motivado por racismo e xenofobia.
Uma testemunha apresentou provas, como fotos e áudios, que levantam suspeitas sobre a morte não ter sido apenas resultado do ataque do animal, indicando possível provocação e demora proposital no socorro por parte da mulher contratante.
A Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão temporária da suspeita, e a investigação continua, considerando relatos iniciais de que Francisco foi contratado para limpeza e estava sozinho com a mulher no momento do ataque.
O caso do homem, identificado como Francisco Paulo da Silva, que morreu após ser atacado por um cachorro da raça pitbull dentro de uma casa no município de Extremoz, na Grande Natal, pode ter uma reviravolta. Foram apresentadas provas que levantam a suspeita de um crime proposital relacionado ao racismo.
Uma testemunha apresentou fotos, áudios e conversas que levantam a suspeita de que a morte pode não ter sido apenas resultado do ataque do animal.
De acordo com o material analisado pelos investigadores, há indícios de que o caso pode ter sido provocado, e a possível motivação do crime estaria relacionada a racismo e xenofobia.
A investigação também aponta que a mulher pode ter demorado propositalmente a acionar o socorro, o que teria contribuído para a morte de Francisco Paulo da Silva.
Diante da gravidade das informações reunidas até o momento, a Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão temporária da suspeita. O caso segue em investigação.
Relatos iniciais
Segundo as informações iniciais, Francisco havia sido contratado para realizar um serviço de limpeza na residência de uma mulher que o contratava pela primeira vez. No momento do ocorrido, apenas os dois estavam na casa.
De acordo com a dona do imóvel, o cachorro estaria preso em um dos quartos, mas conseguiu abrir a porta e atacou o trabalhador.
Ela relatou ainda que tentou prestar socorro à vítima fazendo um torniquete para conter o sangramento e que acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a polícia.
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