
Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves
Danilo Fernandes/Framephoto/Estadão ConteúdoRodrigo Coca/Agência Corinthians
Resumo
Investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) sobre ex-presidentes do Corinthians, Duílio Monteiro Alves e Andrés Sanchez, é ampliada para incluir estelionato, furto qualificado, falsidade ideológica e associação criminosa, além de apropriação indébita;
Apuração envolve gestão de Duílio de 2021 a 2023 e uso indevido de cartões de crédito corporativos durante os mandatos de Duílio e Sanchez;
MPSP solicita informações sobre o funcionamento dos cartões corporativos e a lista de despesas suspeitas, com foco nos gastos incompatíveis com as atividades do clube.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) ampliou a investigação relacionada às gestões de Duílio Monteiro Alves e Andrés Sanchez no Corinthians e, além dos crimes de apropriação indébita agravada pelo ofício, emprego ou profissão, o órgão deve apurar crimes de estelionato, furto qualificado, falsidade ideológica e associação criminosa.
Os crimes, agora investigados pelo MP, são referentes à gestão de Duílio entre 2021 e 2023. Antes, o Procedimento Investigatório Criminal era apenas do uso indevido de cartões de crédito corporativo do clube por Duílio e Sanchez.
O MP agora deve investigar o relatório de despesas da presidência. O órgão pediu para a presidência do Corinthians que dê informações sobre o funcionamento dos cartões corporativos e dados do uso no período do mandato de Andrés Sanchez entre 2020 e 2021 e 2021 e 2023 na gestão de Duílio Alves.
A suspeita, segundo o órgão, em ofício expedido no domingo (3), a promotoria listou relações suspeitas de gastos com prestadoras de serviço que seriam incompatíveis com o clube.
A Band procura a defesa de Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves e pediu posicionamento do Corinthians. O espaço está aberto para declarações das partes.
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