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Netanyahu: Irã e Hezbollah estão ‘mais fracos’, mas guerra não terminou

Segundo o primeiro-ministro, ele enfatizou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que Israel tem total direito de autodefesa

Da redação
DA REDAÇÃO

08/06/2026 • 16:03 • Atualizado em 08/06/2026 • 17:13

Benjamin Netanyahu

Benjamin Netanyahu

REUTERS/Nathan Howard/Pool

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (8) que o Irã e o Hezbollah estão "mais fracos do que nunca", mas que a guerra contra eles ainda não terminou.

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Em discurso televisionado, Netanyahu disse que Israel está suspendendo os ataques ao Irã por enquanto, mas se "Teerã cometer um erro e retomar seus ataques contra nós, responderemos com força, porque Israel tem o direito de se defender".

Segundo o primeiro-ministro, ele enfatizou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que Israel tem total direito de autodefesa.

As forças israelenses interromperam nesta segunda os ataques contra o país persa a pedido de Trump, afirmou um alto funcionário israelense ao Channel 12 de Israel.

Apesar do recuo estratégico em relação a Teerã, o clima na região permanece de alerta máximo. A mesma fonte militar alertou que Israel adotará uma postura de tolerância zero contra o grupo extremista Hezbollah, baseado no Líbano. Caso posições ou cidades israelenses sejam alvo de disparos, o exército do país promete responder bombardeando os subúrbios do sul de Beirute.

Reunião de emergência

Diante do agravamento das tensões geopolíticas, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou uma reunião extraordinária com o gabinete de segurança completo para as 15h (horário de Brasília) desta segunda-feira. A informação foi confirmada pela assessoria de um dos ministros ao jornal The Times of Israel.

Até o momento, o gabinete de Netanyahu mantém silêncio e não emitiu nenhum pronunciamento oficial sobre a intensa troca de hostilidades registrada com o Irã durante a última noite.

*Com Estadão Conteúdo.