
Prêmio Nobel
Arquivo/Agência Brasil
E o Nobel da Paz vai para.... Saberemos nesta sexta-feira, dia do anúncio oficial. O presidente Donald Trump recebeu um novo endosso do Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos, na manhã desta segunda-feira. Mas ele tem outros três concorrentes:
1. Yulia Navalnaya, viúva do opositor russo Alexei Navalny, é a favorita nas apostas do Nobel da Paz 2025.
2 Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, é um favorito, mas abaixo de Trump, em segundo lugar.
3. Antonio Guterres, secretário-geral da ONU – e, com ele, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), estão no radar dos jurados.
4. Outros indicados são o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg; o presidente da Colômbia, Gustavo Petro; e o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e mais organizações de direitos humanso de Israel e grupos ligados à causa palestina.
O conflito no Oriente Médio rendeu vários Nobel da Paz. O presidente egípcio Anuar Sadat e o primeiro-ministro Menachem Beguin dividiram o prêmio de 1978, pelo acordo histórico entre Egito e Israel, marco na busca da paz entre árabes e judeus.
Pelos Acordos de Oslo, de 1994, foram agraciados Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel; Shimon Peres, o chanceler envolvido nas negociações de paz; e Yasser Arafat, o líder da Organização de Libertação da Palestina (OLP).
Donald Trump diz, abertamente, que “merece ganhar o Nobel da Paz”. Ele se julga meritório por uma série de acordos que ajudou a celebrar, pouco conhecidos. Mas, numa visita à Casa Branca, o premiê israelense Benjamin Netanyahu presenteou-o com a cópia da carta que ele enviou ao Comitê do Nobel da Paz, em Oslo, na Noruega.
O endosso adicional do Fórum dos Reféns foi enviado hoje, quando a libertação de 20 reféns vivos, e mais a entrega de 28 caixões com mortos, começa a ser vislumbrada, coincidentemente, para esta sexta-feira.
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