O que se sabe sobre o atentado terrorista na Austrália
Mais de 40 ambulâncias foram mobilizadas para a ocorrência e dois policiais estão entre os feridos

O ataque a tiros na Austrália deixou 16 mortos, sendo 15 vítimas e um dos suspeitos, e 40 feridos na praia de Bondi, em Sydney, no domingo (14), durante as celebrações do festival judaico de Hanukkah.
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O primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Chris Minns, afirma que o crime foi planejado para atingir a comunidade de judeus de Sydney.
Vídeo gravado por uma testemunha mostra dois homens armados. Nas imagens, eles aparecem vestindo camisas pretas e disparando tiros de uma ponte em um estacionamento na praia. Nas imagens, é possível perceber sirenes e gritos.
Ao menos 16 pessoas morreram e 40 ficaram feridas. O pai foi baleado e morto ainda no local pela polícia, enquanto o filho está em estado crítico no local. Mais de 40 ambulâncias foram mobilizadas para a ocorrência e dois policiais estão entre os feridos.
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Polícia informou que encontrou ainda artefatos explosivos improvisados. Os fragmentos foram encontrados em um carro na Campbell e removidos por especialistas do esquadrão antibombas.
Um vendedor de frutas de 43 anos foi citado por autoridades australianas como um “herói genuíno” após conseguir desarmar um dos atiradores. Ele foi atingido por dois disparos, um no braço e outro na mão, passou por cirurgia e se recupera no hospital.
Pai e filho são os atiradores
As autoridades policiais australianas confirmaram que o ataque antissemita ocorrido na madrugada deste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, foi realizado por uma dupla de pai e filho.
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A polícia informou que o pai, de 50 anos, foi morto no local pelas autoridades que responderam à ocorrência.
O filho, por sua vez, foi detido pelas forças de segurança, apesar de ter sofrido ferimentos. Conforme o comunicado oficial, a condição do mais novo dos agressores é estável.
