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Ômicron representa mais de 95% dos genomas sequenciados no Brasil, diz Fiocruz

Relatório aponta que a ômicron domina completamente o cenário epidemiológico da covid-19 no país

Da redação, com Agência Fiocruz
DA REDAÇÃO, COM AGÊNCIA FIOCRUZ

04/02/2022 • 18:00 • Atualizado em 04/02/2022 • 18:35

Segundo a Fiocruz, atualmente, há mais de mil linhagens do coronavírus SARS-CoV-2

Segundo a Fiocruz, atualmente, há mais de mil linhagens do coronavírus SARS-CoV-2

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou novos dados sobre as linhagens do coronavírus SARS-CoV-2 no Brasil. A publicação da Rede Genômica Fiocruz destaca que, em janeiro, a variante ômicron representou 95,9% dos genomas sequenciados. Em dezembro, o índice era de 39,4%.

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O relatório aponta que a ômicron domina completamente o cenário epidemiológico da covid-19 no Brasil. Entre 14 e 27 de janeiro, o Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo da Fiocruz em seis estados produziram mais de 3,7 mil genomas.

A amostragem utilizada baseou-se em dois pilares fundamentais: amostragem representativa dos casos positivos de covid-19 por teste RT-PCR em tempo real de cada estado, e amostras de eventos inusitados identificados pelas vigilâncias locais.

Atualmente, há mais de mil linhagens definidas do vírus SARS-CoV-2, mas apenas cinco foram identificadas como variantes de preocupação, com impacto significativo na saúde pública. Neste caso, é levado em conta a maior capacidade de transmissão e infecção, maior capacidade de escape de anticorpos ou uma combinação de todas.

Entenda como agem as variantes do coronavírus SARS-CoV-2

Os primeiros genomas da ômicron registrados no Brasil são de amostras do fim de novembro e ao término de dezembro. A variante já era a mais frequente nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul.

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