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Orengo: Câmara marca votação da isenção do IR na busca de aliviar pressão no Congresso

Segundo o jornalista Rodrigo Orengo, colunista da BandNews FM, esta é uma medida de grande relevância, capaz de impactar a vida de milhões de brasileiros

Por Redação
REDAÇÃO

24/09/2025 • 12:07 • Atualizado em 24/09/2025 • 12:07

Rodrigo Orengo

A pauta da isenção do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 5 mil deve ser votada pela Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (1º), representando uma prioridade para o governo, que busca aliviar a pressão no cenário político. Segundo o jornalista Rodrigo Orengo, colunista da BandNews FM, esta é uma medida de grande relevância, capaz de impactar a vida de milhões de brasileiros.

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Orengo ressalta que o debate se aprofunda na discussão da compensação financeira para essa isenção. A estimativa é de uma frustração de receita superior a R$ 30 bilhões de reais, exigindo a busca por fontes alternativas de arrecadação.

Segundo o jornalista, uma das propostas em análise é a taxação de até 10% para aqueles com renda entre R$ 50 mil e R$ 60 mil, uma medida que encontra resistência por parte da oposição, que planeja apresentar emendas.

O colunista também destaca que essa iniciativa da Câmara visa virar a página de discussões consideradas irrelevantes ou até mesmo "ultrajantes". Conforme Orengo, o presidente da Câmara tem sido alvo de críticas tanto da base do governo quanto da oposição, por pautar temas espinhosos como a PEC da blindagem e a anistia dosimetria.

Em meio a esse cenário, Orengo aponta que a aprovação da isenção do Imposto de Renda com sua devida compensação se mostra como um esforço público para a Câmara avançar em pautas de interesse nacional. No entanto, o jornalista observa que outras questões, como o projeto da dosimetria, ainda enfrentam dificuldades e resistências, postergando sua votação para a próxima semana.

Para finalizar, segundo o colunista, embora o caminho seja desafiador, com resistências de ambos os lados, o apoio do Centrão ao projeto da dosimetria pode ser decisivo, já que este não demanda muitos votos para aprovação na Câmara. No Senado Federal, contudo, a tramitação de tais temas tende a ser mais demorada, conforme a análise de Rodrigo Orengo.

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