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O que o brasileiro mais busca para doar

Levantamento da Sala Digital mostra que solidariedade é uma prática no país e movimenta buscas por informações no Google

Da redação
DA REDAÇÃO

02/12/2025 • 16:53 • Atualizado em 02/12/2025 • 16:53

O que os brasileiros mais buscam com o termo 'doar'

O que os brasileiros mais buscam com o termo 'doar'

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O brasileiro tem o hábito de ajudar e isso aparece até nas pesquisas do Google. Segundo dados da Sala Digital, parceria entre Band e Google, o Brasil está entre os países que mais procuram informações sobre doações.

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No Dia de Doar, celebrado na primeira terça-feira após a Black Friday, confira um levantamento exclusivo sobre o que o país mais busca quando o assunto é solidariedade.

O que o brasileiro procura “para doar”

Entre os termos que terminam em “para doação”, o que aparece com mais força são itens do cotidiano e animais. Em 2025, os mais buscados foram: cachorro, filhotes, alimentos, gatos, roupas, móveis, cobertor, brinquedos e cesta básica.A lista mostra que boa parte das pessoas tenta ajudar primeiro quem está perto. Seja uma família que precisa de comida ou um animal que precisa de um novo lar. Afinal, quem nunca viu uma mobilização nas redes sociais para ajudar um pet abandonado?Além disso, uma pesquisa do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social mostra que 78% dos brasileiros com mais de 18 anos fizeram algum tipo de doação em 2024. Essas contribuições somaram R$ 24,3 bilhões, o maior montante já registrado.

O interesse por ajudar também cresce (e muito) em momentos de emergência. O maior pico de buscas ocorreu em maio de 2024, durante as enchentes no Rio Grande do Sul, quando a mobilização nacional levou o tema ao topo do Google. Naquele período, a campanha dos Correios superou a marca de 15 mil toneladas de itens arrecadados, entre água, alimentos e materiais de higiene.

Quando o foco é “como doar”

As buscas que começam com “como doar” mostram outra face da solidariedade: a preocupação com a vida. Os termos mais procurados são “como doar sangue”, “medula óssea”, “cabelo” e “plaquetas”. Também surgem dúvidas práticas, como doar carro, e até curiosas, como “doar Robux”, reflexo de um país cada vez mais digital.

Esse interesse acompanha iniciativas como a AEDO, plataforma que permite registrar online a vontade de ser doador de órgãos. O processo funciona quase como uma chamada de vídeo e é fundamental em um país com mais de 42 mil pessoas na fila por um transplante.Os bancos da Fundação Pró-Sangue também são um caminho para ajudar quem precisa. Além de sangue, é possível doar medula óssea. E uma única bolsa de sangue pode ajudar até 4 vidas.

Doar também exige informação

Outro movimento observado é o aumento das buscas por termos jurídicos relacionados a doações, como “imposto sobre doação”, e “contrato de doação”. É o brasileiro tentando entender as regras antes de agir.

Pouca gente sabe, mas é possível destinar parte do Imposto de Renda para fundos voltados à proteção de crianças, adolescentes e idosos. Na prática, é como escolher o destino de uma parte do dinheiro que já seria pago ao governo.

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