PF classifica encontro com André Mendonça como reunião de ‘alinhamento’
O relator do caso Master no STF deixou claro “o perigo do vazamento de informações”, que segundo ele, “podem, no futuro, prejudicar a própria investigação”

A reunião do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi definida por integrantes da Polícia Federal como “de alinhamento”. O relator do caso Master no STF deixou claro “o perigo do vazamento de informações”, que segundo ele, “podem, no futuro, prejudicar a própria investigação”.
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A advertência veio após a divulgação do áudio do senador Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro de Daniel Vorcaro para o filme sobre a vida do ex presidente Bolsonaro.
O ministro também foi apresentado ao novo delegado que vai tocar a apuração sobre outro caso na mesa dele: o do roubo de aposentados e pensionistas do INSS. Foi abordada ainda a preocupação por parte da PF diante da reta final do inquérito que apura as suspeitas envolvendo o BRB. Se não for novamente prorrogado, o inquérito termina no dia 18 de maio.
Reunião
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu com a equipe da Polícia Federal responsável pela Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (15).
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Segundo o gabinete do ministro, foi mais uma reunião de praxe, para alinhamentos gerais da operação. No entanto, nega que o vazamento do áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, seja a causa principal do encontro.
A reunião acontece após a Polícia Federal deflagrar a sexta fase da operação Compliance Zero, que prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, e agentes da corporação, incluindo uma delegada.
Ao comentar a operação desta quinta-feira (14), André Mendonça explicou que a decisão busca impedir a continuidade das atividades ilicitas e preservar a integridade das investigações, diante de indícios de ameaça a testemunhas, destruição de provas e risco de fuga.
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As medidas foram determinadas em uma petição que apura denúncias de fraudes bilionárias no mercado financeiro supostamente articuladas pelo Banco Master e por seu controlador, o banqueiro Daniel Vorcaro.
As medidas cautelares impostas pelo relator alcançam financiadores, colaboradores e agentes de apoio ligados aos núcleos criminosos denominados “A Turma” e “Os Meninos”
