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Falsa bomba: PF faz buscas contra suspeita de provocar pouso de emergência em Brasília

Avião da Azul saiu de São Luís (MA) e tinha como destino Campinas (SP), mas ameaça de bomba fez com que a aeronave fizesse um pouso de emergência em Brasília. Caso aconteceu em 7 de agosto

Da redação
DA REDAÇÃO

29/11/2025 • 10:05 • Atualizado em 29/11/2025 • 10:05

Avião da Azul

Avião da Azul

Valter Campanato/Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou, neste sábado (29), a operação Plano Voo, para aprofundar as investigações sobre a ameaça de bomba registrada em um voo comercial da companhia aérea Azul, em 7 de agosto deste ano.

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Na ocasião, o voo com 170 passageiros partiu de São Luís, no Maranhão, e tinha como destino Campinas, em São Paulo. Porém, devido à ameaça, a aeronave precisou realizar um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília.

Segundo a Polícia Federal, na ação deste sábado, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em endereço ligado à principal investigada, em Santa Catarina.

A ameaça provocou mobilização de forças de segurança, evacuação de passageiros e inspeção completa da aeronave, configurando, em tese, os crimes de ameaça e atentado contra a segurança de transporte aéreo.

“A Polícia Federal reforça que não foram localizados explosivos e que as investigações seguem em sigilo, visando esclarecer todas as circunstâncias do fato e eventuais conexões com condutas similares registradas em outros aeroportos do país”, informou a corporação.

Ameaça no voo da Azul

A mudança na rota aconteceu após um bilhete dizendo que havia explosivos no compartimento de cargas ser encontrado no banheiro da aeronave em 7 de agosto. A Polícia Federal foi acionada, seguindo o protocolo de segurança do aeroporto e com plano de contingência ativado.

O avião pousou no Aeroporto Internacional de Brasília às 20h45. Segundo a Inframerica, concessionária que administra o aeroporto, os 170 passageiros e tripulação desembarcaram em total segurança.

Apesar do pouso de emergência, não houve impacto em pousos e decolagens, registros de cancelamentos ou atrasos durante o período da ocorrência.

Após o trabalho de varredura, a Polícia Federal descartou a presença de bomba e liberou o avião.

Na ocasião, a Azul informou que garantiu todo o suporte necessário aos clientes após a liberação das autoridades e que eles foram reacomodados em outros voos da companhia.

Com informações da Rádio Nacional