
Museu do Louvre, em Paris
REUTERS/Sarah Meyssonnier
A polícia francesa prendeu cinco novos suspeitos do roubo de joias do Museu do Louvre, em Paris, nesta quarta-feira (29). Entre eles, está um dos principais investigados, identificado graças a provas de DNA encontradas na cena do crime.
As detenções aconteceram em diferentes pontos da região metropolitana, principalmente em Seine-Saint-Denis. Apesar das prisões, o tesouro roubado — avaliado em 88 milhões de euros — ainda não foi recuperado.
O assalto cinematográfico aconteceu em 19 de outubro, quando os ladrões usaram um caminhão de mudanças roubado e uma escada extensível para alcançar uma janela no primeiro andar do museu. De lá, invadiram a Galeria Apolo, onde estavam as joias da Coroa Francesa.
Eles fugiram deixando para trás uma coroa cravejada de diamantes e esmeraldas, mas levaram oito peças preciosas.
Relembre o roubo
Ladrões roubaram joias do Museu do Louvre, em Paris. Os criminosos teriam usado motoserra para conseguir acessar as joias. Segundo a imprensa francesa, foram roubadas nove peças da coleção de Napoleão e da imperatriz na Galeria de Apolo, que abriga a coleção real de pedras preciosas e diamantes da coroa. Entre os itens furtados haveria um colar, um broche e uma tiara.
Segundo a polícia e o Ministério da Cultura, que estão investigando o caso, os homens conseguiram roubar as peças em torno de 7 minutos.
O grupo teria invadido o local por volta das 9h30, 4h30 no horário de Brasília, arrombaram uma janela e fugiram em scooters. Eles teriam entrado no museu através de um canteiro de obras, próximo ao rio Sena e usaram um elevador de carga para entrar na Galeria de Apolo.
A polícia afirmou que já sabe que dois homens entraram na galeria e um ficou do lado de fora.
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