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Polícia mira ex-funcionários de empresa de tecnologia acusados de sabotar I.A de R$ 10 milhões

Inquérito apura se acusados teriam excluído a plataforma propositalmente

Da redação
DA REDAÇÃO

04/08/2025 • 07:15 • Atualizado em 04/08/2025 • 07:15

PCERJ

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Carlaile Rodrigues/PCERJ

Resumo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu uma operação contra acusados de roubar dados e sabotar um sistema de inteligência artificial avaliado em R$ 10 milhões, que deveria ser lançado ao público em breve;

Investigações revelaram que um dos acusados usou uma senha corporativa para deletar o sistema, outro exportou senhas antes de ser demitido e tentou acessar a plataforma novamente, e um terceiro é suspeito de planejar a ação;

Durante buscas nos bairros do Méier, Cachambi e em São João de Meriti, foram apreendidos notebooks, celulares e outros dispositivos que podem conter provas. A polícia apura crimes como concorrência desleal, invasão de dispositivo informático, apropriação indébita qualificada e associação criminosa.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou no domingo (3) uma operação contra acusados de roubo de dados e sabotagem de um sistema de inteligência artificial avaliada em R$ 10 milhões. Os alvos são acusados de excluir propositalmente o sistema dias antes do lançamento ao público.

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A detecção da exclusão da plataforma ocorreu na sexta-feira (1º). A I.A tinha a estimativa de alcançar mais de 20 milhões de usuários. Investigações apontam que um dos homens usou a senha corporativa para apagar o sistema do ambiente de produção.

Já um outro exportou senhas pouco antes de ser demitido e tentou acessar a plataforma novamente no mesmo dia. E o terceiro teria planejado a ação, segundo a Polícia Civil. A investigação encontrou mensagens trocadas entre o grupo, o que confirmaria a existência do planejamento do crime.

Nas conversas, eles teriam discutindo planos de atuação em outra empresa. Os três não também não teriam devolvido os notebooks da empresa, que podem conter dados confidenciais, códigos e provas das ações cometidas. Há a suspeita de que os três teriam usado celulares para armazenar informações sigilosas.

Durante a ação de busca e apreensão nos bairros do Méier, Cachambi e no município de São João de Meriti, foram apreendidos notebooks, celulares e outros dispositivos eletrônicos. Agora, a ação apura os crimes de concorrência desleal, invasão de dispositivo informático com agravantes, apropriação indébita qualificada e associação criminosa.