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Políticas públicas impulsionam queda da fome no Brasil, diz agente da ONU

Em entrevista, Daniel Balaban, representante do Programa Mundial de Alimentos (WFP) no Brasil, destaca que alimentação escolar, agricultura familiar e educação alimentar foram decisivas para a queda da insegurança alimentar no país.

TIAGO PRUDENTE

25/07/2026 • 15:31 • Atualizado em 25/07/2026 • 15:32

A redução da insegurança alimentar no Brasil é resultado da continuidade de políticas públicas de combate à fome e à pobreza. A avaliação é de Daniel Balaban, representante no país do Programa Mundial de Alimentos (WFP), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) que destacou, em entrevista, que os avanços registrados pelo país são fruto de ações permanentes do poder público.

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"O resultado não acontece por mágica. Ele acontece porque o país colocou em prática políticas públicas efetivas", afirmou.

Entre os programas citados por Balaban estão o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que garante refeições saudáveis a cerca de 40 milhões de estudantes da rede pública, e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que fortalece a agricultura familiar ao comprar alimentos de pequenos produtores.

Escola de Sabores

Balaban também destacou o Escola de Sabores, programa exibido pela Band que apresenta os bastidores da alimentação escolar no Brasil e mostra como são preparadas refeições nutritivas com alimentos frescos e acessíveis. Segundo ele, a iniciativa ajuda famílias a compreenderem a importância da alimentação saudável e da educação alimentar, complementando as políticas públicas de combate à fome.

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