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Primeiro balanço da guerra tarifária de Trump

Por Redação
REDAÇÃO

03/04/2025 • 12:44 • Atualizado em 03/04/2025 • 12:44

Moises Rabinovici
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Win McNamee/Pool via REUTERS

Eis o preço da Guerra Mundial de Tarifas iniciada por Donald Trump:

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Brasil: avalia como reagir para manter a reciprocidade no comércio bilateral. E pode recorrer à OMC.

China: vai contra-atacar com “resolutas contramedidas”, em defesa de seus interesses. O tarifaço total eleva suas exportações em 54%.

União Europeia, 20%: “Grande golpe na economia global”. Vai reagir.

Japão, 24%: as tarifas, “extremamente lamentáveis”, seguem as regras da OMC e os acordos com EUA? As exportações japonesas foram sobretaxadas em 24%.

Coreia do Sul, 25%: primeiro quer negociar com os EUA, depois socorrer os setores afetados.

Reino Unido: com o Brexit, descolou da punição à União Europeia, e não pretende retaliar.

México e Canadá vão lutar contra as tarifas já impostas, pois se livraram das novas.

Rússia: desde a invasão à Ucrania, foi punida com tarifas ao aço e alumínio, que lhe renderam um prejuízo de mais de meio bilhão de dólares. Agora, o czar Vladimir Putin tentava suspender parte das sanções com o cessar-fogo proposto por Donald Trump, mas as negociações estão travadas.

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