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Quem é Wellington César Lima, cotado para assumir ministério da Justiça

Wellington Lima e Silva já ocupou o comando do ministério da Justiça em 2016, durante o governo Dilma Rousseff

Da redação
DA REDAÇÃO

13/01/2026 • 08:08 • Atualizado em 13/01/2026 • 08:08

Wellington César Lima

Wellington César Lima

Valter Campanato/Agência Brasil

Resumo

Indicação do presidente Lula (PT) nomeou Wellington César Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras, para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Decisão foi comunicada a ministros próximos nesta segunda-feira (12), após Lima e Silva ter atuado na Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, responsável pela análise jurídica de medidas do Executivo.

Trajetória inclui liderança junto ao governo, proximidade com Rui Costa e Jaques Wagner, passagem breve pelo Ministério da Justiça em 2016 e cogitação recente para vaga no STF, ocupada por Jorge Messias.

O presidente Lula (PT) decidiu indicar o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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A decisão foi tomada nesta segunda-feira (12), e ministros mais próximos do presidente foram informados ao longo da tarde.

Wellington César Lima comandou a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil entre janeiro de 2023 e agosto de 2024. No período, foi responsável pela análise jurídica de decretos, portarias e projetos de lei do Executivo, com atuação direta junto ao Palácio do Planalto.

O advogado mantém trânsito no alto escalão do governo e proximidade com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, além de lideranças políticas do entorno presidencial, como o senador Jaques Wagner.

Wellington Lima e Silva já ocupou o comando do ministério da Justiça em 2016, durante o governo Dilma Rousseff, mas permaneceu no cargo por apenas 11 dias, após o STF entender que sua nomeação exigia exoneração prévia do MP/BA, órgão do qual fazia parte.

Mais recentemente, o nome de Lima e Silva chegou a ser cogitado para uma vaga no STF, aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. A indicação, contudo, foi de Jorge Messias.