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Rio registra cinco atendimentos por hora devido ao calor no Carnaval

Atendimentos por causa das altas temperaturas foram mais frequentes em Realengo, Botafogo e Irajá

AGÊNCIA BRASIL

19/02/2026 • 11:50 • Atualizado em 19/02/2026 • 11:50

Bloco Cordão da Bola Preta, no centro do Rio de Janeiro

Bloco Cordão da Bola Preta, no centro do Rio de Janeiro

Tomaz Silva/Agência Brasil

Nos dias de carnaval, a cada hora, cinco pacientes chegavam às unidades de Pronto Atendimento (UPA) da rede estadual de saúde do Rio de Janeiro com sintomas relacionados ao calor.

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Entre os principais sintomas estão dor de cabeça, tontura, náuseas, pele quente e seca, pulso acelerado, temperatura corporal elevada, distúrbios visuais, confusão mental, respiração rápida, taquicardia, desidratação, insolação e desequilíbrio hidroeletrolítico.

Os atendimentos por causa das altas temperaturas foram mais frequentes em Realengo, Botafogo e Irajá.

O levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) mostra que, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, 647 pessoas com sintomas relacionados ao excesso de calor procuraram as UPAs estaduais.

Ao todo, durante os dias de folia, as 27 UPAs da rede estadual registraram 27.433 atendimentos, aumento de 2,05% na comparação com o carnaval do ano passado.

As principais queixas foram dores em geral e gastroenterite. As unidades de Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu (Botafogo) concentraram o maior número de pacientes.

O Samu 192 da capital, único do estado operado pela SES-RJ, registrou 3.262 atendimentos, com maior número de ocorrências nos bairros de Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba.

Os principais motivos foram casos cardiovasculares, neurológicos e quedas da própria altura.