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RJ: Argentina ré por injúria racial pede devolução de passaporte

A defesa dela também questionou a possibilidade de Agostina Páez deixar o país e acompanhar os desdobramentos do julgamento na Argentina.

Por Redação
REDAÇÃO

25/03/2026 • 12:25 • Atualizado em 25/03/2026 • 12:25

Resumo

Pedido de devolução do passaporte e retirada da tornozeleira eletrônica foi feito pela defesa da argentina Agostina Páez na primeira audiência, em que a jovem reconheceu o ocorrido e pediu desculpas.

Questionamento sobre a possibilidade de Agostina Páez deixar o Brasil e acompanhar o julgamento na Argentina foi apresentado pela defesa à Justiça do Rio de Janeiro.

Acusação de injúria racial contra quatro funcionários de um bar em Ipanema envolve ofensas verbais e gestos discriminatórios praticados por Agostina Páez, com confirmação por testemunhas e imagens, resultando em retenção do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica.

A defesa da argentina Agostina Páez pediu à Justiça do Rio de Janeiro a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica durante a primeira audiência do caso, nesta terça-feira (24). Durante a primeira audiência, a jovem reconheceu o ocorrido e apresentou suas desculpas.

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A defesa dela também questionou a possibilidade de Agostina Páez deixar o país e acompanhar os desdobramentos do julgamento na Argentina.

Agostina Páez é acusada de proferir ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul da capital fluminense. O caso aconteceu em janeiro.

Relembre o caso

O caso ocorreu quando Agostina estava no bar com duas amigas e se irritou com o valor da conta. A turista teria feito ofensas raciais contra um funcionário, utilizando palavras e gestos com o objetivo de discriminar pela cor e raça.

Mesmo alertada sobre a gravidade do ato, a denunciada continuou praticando novas agressões, incluindo gestos imitando um macaco contra outros trabalhadores do estabelecimento.

Testemunhas e imagens do circuito interno do bar reforçam os relatos das vítimas, segundo o MPRJ. A Justiça determinou que a turista permaneça no país, com o passaporte retido, e use tornozeleira eletrônica durante o processo. Ela foi denunciada por injúria racial.