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Saiba quem é o Fabiano Contarato, eleito presidente da CPI do Crime Organizado

Nas redes sociais, Contarato destacou os 27 anos de experiência como delegado e afirmou que o combate ao crime organizado deve ser uma das maiores prioridades

Da redação
DA REDAÇÃO

05/11/2025 • 17:09 • Atualizado em 05/11/2025 • 17:09

Fabiano Contarato

Fabiano Contarato

Saulo Cruz/Agência Senado

Resumo

Eleição de Fabiano Contarato como presidente da CPI para investigar milícias e facções criminosas foi anunciada. A comissão visa apurar a estrutura e expansão do crime organizado no Brasil.

Experiência de Contarato como delegado é enfatizada em suas declarações, ressaltando a importância do combate ao crime organizado como prioridade do Estado brasileiro.

Prazo de atuação da CPI é de 120 dias, com a tarefa de investigar o funcionamento, expansão e modus operandi das organizações criminosas, buscando aprimorar a legislação vigente para combater efetivamente esses grupos.

O senador Fabiano Contarato (PT-ES), foi eleito presidente eleito da Comissão Parlamentar de Inquérito contra o crime organizado. A comissão irá apurar a estruturação, expansão e funcionamento do crime organizado com foco na atuação de milícias e facções.

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Nas redes sociais, Contarato destacou os 27 anos de experiência como delegado e afirmou que o combate ao crime organizado deve ser uma das maiores prioridades do Estado brasileiro.

Quem é Fabiano Contarato

  • O senador é natural de Nova Venécia (ES), no interior do estado, Contarato é professor, palestrante, ativista humanitário e delegado da Polícia Civil desde 1992.
  • O senador é graduado em direito e mestre em Sociologia Política pela Universidade Vila Velha (UVV), pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Gama Filho (UGF) do Estado do Rio de Janeiro, e especialista em Impactos da Violência na Escola pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
  • Na Polícia Civil, ele comandou a delegacia da Delitos de Trânsito por mais de 10 anos. Também assumiu a direção geral do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-ES), e atuou como de Corregedor Geral do Estado, na Secretaria de Estado de Controle e Transparência (SECONT/ES).

Prazo de 120 dias

O colegiado será composto por 11 senadores titulares e sete suplentes que terão o prazo de 120 dias para apurar a atuação, a expansão e o funcionamento de facções e milícias no país.

Caberá aos senadores investigar o modus operandi (modo de operar) das organizações criminosas, as condições de instalação e desenvolvimento em cada região, “bem como as respectivas estruturas de tomada de decisão, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor”.

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