Por que o ministro Dias Toffoli colocou sigilo nas investigações do Banco Master? Por que só ele pode saber e ninguém mais? Por que a quebra de um banco que administrava modesto 0,5% dos ativos do sistema financeiro é tratada com tanto zelo, e de forma tão diferente de outras quebras bancárias, que foram julgadas na Justiça Federal, não no Supremo?
Falam que apareceu um deputado, e deputados têm direito a julgamento no Supremo. Mas em 1995, quando o Banco Econômico quebrou, a investigação chegou a uma lista de contribuições de campanha do banco para vários políticos.
Eram dúzias de nomes, com direito a julgamento no Supremo. O que fez o Supremo naquela época?
Puxou só o processo da lista para ele e deixou na Justiça Federal a investigação por fraude. Agora foi tudo pro Supremo. Mudaram as regras ou só a composição do Supremo?
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