
Donald Trump assina decretos diante de apoiadores na Capital One Arena, em Washington, nesta segunda-feira (20)
REUTERS/Brian Snyder
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou os primeiros decretos presidenciais na noite desta segunda-feira (20), na Capital One Arena, em Washington. Ele tomou posse na tarde desta segunda e se tornou o 47º presidente dos EUA. Um dos decretos assinados retira os EUA do Acordo de Paris, uma promessa de campanha.
Ao começar a discursar para apoiadores na Capital One Arena, Trump afirmou que assinará os perdões aos envolvidos na invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2020. Estes decretos, segundo ele, serão assinados no Salão Oval, na Casa Branca, ainda nesta segunda.
Depois de mais um longo discurso mencionando promessas de campanha e atacando decisões do governo anterior, Trump assinou os decretos diante de milhares de apoiadores na arena.

Donald Trump assina decretos diante de apoiadores nesta segunda-feira (20) | Crédito: REUTERS/Carlos Barria
Entre os decretos assinados está um documento que congela contratações governamentais, excluindo as forças militares; e outro decreto determina que trabalhadores federais retornem ao trabalho presencial imediatamente. Ele também assinou um decreto que diz "restaurar a liberdade de expressão e prevenir a censura".
Os apoiadores aplaudiram enquanto Trump mostrava os decretos assinados. Ele também assinou uma carta que comunica a saída do país do Acordo de Paris às Nações Unidas. "Vocês conseguem imaginar Biden fazendo algo desse tipo?", disse Trump na Capital One Arena.
No primeiro dia, o republicano assinou quase 100 ordens executivas. "Já no primeiro dia de governo estamos fazendo tudo isso. Vou assinar os decretos. Amanhã vocês estarão felizes em ler o jornal, todos os dias vocês ficarão felizes", disse o presidente dos EUA.
Durante seu discurso de posse, Trump afirmou que "a Era de Ouro da América começa agora" e um dos seus primeiros atos foi declarar emergência nas fronteiras. Ele também voltou a afirmar que mudará o nome do Golfo do México para "Golfo da América".
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