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Trump diz que Estados Unidos irão construir "domo de ouro"; entenda

O scudo tecnológico, segundo ele, superaria em centenas de vezes a eficácia de qualquer sistema já criado, incluindo o "Domo de Ferro" de Israel

Da redação
DA REDAÇÃO

21/01/2026 • 12:06 • Atualizado em 21/01/2026 • 12:06

Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a sacudir a geopolítica global ao detalhar seus planos para a criação de um "domo de ouro" — um avançado sistema de defesa aérea e espacial — e insistir na necessidade "urgente" de os Estados Unidos assumirem o controle total da Groenlândia.

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Em seu pronunciamento, Trump revelou o projeto de construir o que chamou de "o maior domo de ouro", um escudo tecnológico que, segundo ele, superaria em centenas de vezes a eficácia de qualquer sistema já criado, incluindo o "Domo de Ferro" de Israel.

"Nós vamos construir o maior domo. O domo de ouro, domo dourado, e precisamos daquela região. A gente fez isso para Israel e eu falei para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu: 'Para de ficar se gabando, porque é nossa tecnologia o domo que você tem aí em Israel'. Ninguém viu nada como isso."

Entenda a importância da Groenlândia para Trump em cinco pontos

O presidente enfatizou que a posição geográfica da Groenlândia é tecnicamente indispensável para que esse sistema alcance 100% de eficiência na proteção da América do Norte contra mísseis balísticos.

A "rua de mão única" na OTAN

Trump não poupou críticas aos aliados europeus e ao funcionamento da OTAN. Ele classificou a aliança como uma "via de mão única", onde os EUA arcam com trilhões de dólares para proteger a Europa sem receber contrapartidas equivalentes.

Para o presidente, a Groenlândia é o pagamento histórico devido. Ele argumentou que os EUA "devolveram" o território à Dinamarca de forma respeitosa após a Segunda Guerra Mundial, mas que agora, diante das novas ameaças globais e da suposta incapacidade dinamarquesa de proteger a região contra avanços de potências como Rússia e China, os EUA devem retomar o domínio.