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TSE começa a julgar recurso que pode cassar Cláudio Castro nesta terça

Documento do Ministério Público Eleitoral enviado ao TSE afirma que o governador do RJ obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários sem amparo legal

Da redação
DA REDAÇÃO

04/11/2025 • 07:39 • Atualizado em 04/11/2025 • 07:39

Cláudio Castro

Cláudio Castro

Tomaz Silva/Agência Brasil

Resumo

O Tribunal Superior Eleitoral julga recurso para cassar mandato de Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, com relatoria da ministra Isabel Galotti.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) busca reverter absolvição de Castro pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, alegando contratações irregulares e uso indevido de recursos públicos em campanha eleitoral de 2022.

Cláudio Castro se defende alegando confiança na justiça e inconsistência das acusações, enquanto MPE apresenta argumentos de vantagem eleitoral obtida ilegalmente.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar, nesta terça-feira (4), um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) para cassar o mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. O caso é relatado pela ministra Isabel Galotti.

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A procuradoria eleitoral pretende reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio do ano passado, absolveu Castro e outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) durante a campanha eleitoral de 2022.

No documento enviado ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, afirma que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários sem amparo legal e na descentralização de recursos para entidades desvinculadas da administração pública, além de outras irregularidades.

Após o parecer do MPE favorável à cassação, Cláudio Castro declarou que estava confiante na Justiça porque o TRE rejeitou a ação por "total inconsistência e falta de provas”.

Com informações da Agência Brasil