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Flávio: Aceitarei resultado porque acredito que TSE agirá diferente de 2022

Candidato à Presidência afirmou que Tribunal Superior Eleitoral não foi imparcial em 2022

Da redação
DA REDAÇÃO

02/08/2026 • 06:00 • Atualizado em 02/08/2026 • 06:00

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro

Canal Livre

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em sua participação no programa Canal Livre deste domingo (2) que vai aceitar o resultado das urnas nas próximas eleições. Apesar da afirmação, ele criticou atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas últimas eleições presidenciais, em que seu pai, Jair Bolsonaro, saiu derrotado.

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Eu vou aceitar. Eu vou concorrer com essas regras e tenho certeza que o TSE diferente de 2022, vai ser um TSE imparcial e que vai tomar todas as providências para que essa eleição ocorra com mais segurança e mais transparência porque o maior interessado em que as eleições aconteçam com essa normalidade é o próprio TSE, o que não pareceu que foi em 2022. --Flávio Bolsonaro

O candidato foi questionado sobre suas recentes declarações em relação às urnas eletrônicas e disse que não fez um ataque às urnas, mas sim uma exigência por "mais camadas de segurança". Ele chegou a comparar a segurança das urnas aos investimentos bilionários feitos por empresas como Microsoft e por instituições bancárias.

Durante a entrevista, o senador foi confrontado sobre informações falsas a respeito da empresa venezuelana Smartmatic. Flávio admitiu que pode ter se equivocado ao afirmar que a empresa forneceu as urnas físicas --que são produzidas pela Positivo--, mas insistiu que a Smartmatic participou de etapas do processo, como o treinamento de pessoal.

Apesar de considerar que o tema é tratado como um "assunto proibido" em uma "democracia que não é plena", o senador reiterou que irá concorrer dentro das regras vigentes. Ele justificou sua decisão de aceitar os resultados e participar do pleito por acreditar que a vitória virá através do voto popular, afirmando que "o povo não aguenta mais" a atual conjuntura política.