O pré-candidato ao Senado pelo Partido Progressistas (PP) pelo estado de São Paulo, o deputado federal Guilherme Derrite, afirmou que o maior problema da falta de segurança pública no Brasil é a legislação.
O grande problema da falta de segurança pública no nosso país é justamente a legislação. Uma lei fraca que faz com que os criminosos pratiquem a reincidência crininal que chega a alguns estados a beirar 70% .
De acordo com o pré-candidato, a reincidência faz com que os presídios funcionem como verdadeiras “portas-giratórias” onde o preso sai da cadeira e rapidamente volte para o sistema criminal, fazendo com que a população fique vulnerável e sofra os efeitos da criminalidade.
“Isso é o que mais me motiva estar no Senado Federal para resolver o problema da segurança pública que é a reforma das leis no nosso país”, declarou.
Durante sabatina à BandNews TV, Derrite disse que o policial “tem a certeza que está enxugando o gelo” quando prende os criminosos.
“Audiência de custódia, visita íntima, auxílio-reclusão, saída temporária que nós conseguimos acabar para os crimes novos e progressão do regime do cumprimento de pena. É um histórico muito ruim que o legislador, ao longo dos anos, foi incorporando no ordenamento jurídico e é por conta desses vários benefícios benevolentes que nós temos reincidência criminal. O Brasil se tornou o paraíso da impunidade.”
Derrite lançou sua pré-candidatura durante um evento em Sorocaba, no interior de São Paulo, no sábado (16), ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República.
Quem é Derrite
Ex-policial militar, Guilherme Derrite também é conhecido como capitão Derrite, tendo atuado como deputado federal de 2019 a 2023. Já de 2023 a 2025, comandou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo na gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Durante o período em que foi secretário, Derrite esteve licenciado do cargo de deputado federal, voltando a ele no final de 2025. Atualmente, integra comissões como a de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e a de Constituição e Justiça (CCJ).
