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Flávio Bolsonaro nega ataque às urnas eletrônicas: 'Integral confiança'

Equipe do pré-candidato diz que a ideia era incentivar vinda de observadores estrangeiros

Da redação
DA REDAÇÃO

22/07/2026 • 16:40 • Atualizado em 22/07/2026 • 17:07

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro

REUTERS/Adriano Machado

A equipe de pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma nota na tarde desta quarta-feira (22) para rebater informações de que o pré-candidato à Presidência teria atacado o sistema de urnas eletrônicas durante encontro com diplomatas estrangeiros. No comunicado, a defesa afirma ser "falso" que ele tenha questionado a integridade das votações no Brasil.

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Segundo a nota, assinada pelo próprio Flávio Bolsonaro; pelo coordenador-geral da pré-campanha, senador Rogério Marinho; e pela coordenadora jurídica Maria Claudia Bucchianeri, a fala do parlamentar restringiu-se a relatar dois fatos públicos: o evento com embaixadores que gerou a inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL) e um relatório recente da CIA sobre fraudes eleitorais na Venezuela.

O documento destaca que Flávio Bolsonaro afirmou expressamente, durante o encontro, que “não está questionando o sistema de votação brasileiro”. O objetivo central de sua fala, segundo a assessoria, teria sido exortar as autoridades estrangeiras a enviarem o maior número possível de representantes para missões de observação internacional nas eleições brasileiras.

Afastada qualquer descontextualização, sua equipe de pré-campanha reafirma sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas, pois contribuem para o aperfeiçoameto do processo eleitoral, ampliando a transparência, a integridade e a confiança pública nas eleições. --nota equipe de Flávio Bolsonaro

Contexto e reação do TSE

A manifestação da equipe de Flávio Bolsonaro ocorre após a repercussão de que o senador estaria reproduzindo a estratégia discursiva de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o que gerou preocupação sobre possíveis tentativas de ruptura institucional.

Em resposta aos relatos sobre o encontro com diplomatas, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, optou por reeditar uma nota informativa utilizada pelo tribunal em 2022, reafirmando a segurança e o caráter nacional da fabricação das urnas eletrônicas.