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PF encerra processo e decide demitir Eduardo por abandono de cargo

Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do ex-parlamentar da corporação

Por Redação
REDAÇÃO

21/07/2026 • 15:47 • Atualizado em 21/07/2026 • 15:47

Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado

Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado

REUTERS/Jessica Koscielniak

A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e decidiu pela demissão por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do ex-parlamentar da corporação.

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Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se definir como exilado político. Pelo acúmulo de faltas sem justificativa, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado.

Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um processo administrativo foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano. Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo.

Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a sua carteira funcional e arma de fogo.

Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe.