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PL e Republicanos negociam aliança nacional que pode selar vice de Flávio

Acordo nacional previsto para agosto depende de desistências eleitorais em Mato Grosso e Roraima para destravar chapa presidencial.

PEDRO TEIXEIRA

23/07/2026 • 13:21 • Atualizado em 23/07/2026 • 13:21

Bastidores de Brasília
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência

Jefferson Rudy/Agência Senado

O Partido Liberal e o Republicanos negociam uma coligação nacional, com prazo de definição estabelecido até o início de agosto, cuja consolidação pode viabilizar o anúncio da economista Daniella Marques como vice na chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência. A costura política, no entanto, está condicionada à resolução de disputas regionais em dois estados estratégicos.

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O principal impasse para a consolidação do bloco em âmbito nacional está concentrado nos palanques de Mato Grosso e Roraima. As duas unidades da Federação são atualmente governadas pelo Republicanos.

Para viabilizar o alinhamento no cenário federal, a sigla governista nesses dois territórios exige que o PL retire candidaturas locais já postas. A cobrança envolve o recuo nas disputas estaduais para garantir apoio irrestrito aos seus próprios nomes.

Em solo mato-grossense, a exigência passa pela retirada da candidatura de Wellington Fagundes. O objetivo é unificar o apoio partidário em torno do nome de Otaviano Pivetta na disputa local.

Situação semelhante ocorre no estado de Roraima, onde a cobrança recai sobre a desistência da postulação de Arthur Henrique. Naquela região, a meta da legenda é concentrar as forças na candidatura de Soldado Sampaio.

Caso haja entendimento e consenso nas duas negociações regionais, o desfecho abrirá caminho para a confirmação da vaga restante no grupo político nacional.

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