Auxiliares dizem que Mendonça não deve interferir em quebra de sigilos
Auxiliares do ministro André Mendonça afirmaram nesta quinta-feira (22) que o ministro não deve tomar uma decisão no âmbito da Justiça Eleitoral sobre a

Auxiliares do ministro André Mendonça afirmaram nesta quinta-feira (22) que o ministro não deve tomar uma decisão no âmbito da Justiça Eleitoral sobre a quebra de sigilo dos candidatos à presidência da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Lula e Flávio já autorizaram a liberação dos dados, mas a concretização da quebra de sigilo depende de Mendonça, relator no caso no TSE.
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Auxiliares do magistrado avaliam que cada candidato tem o poder de decidir quais informações pessoais desejam tornar públicas, sem a necessidade de intervenção ou filtragem por parte do TSE.
A petição assinada pelas equipes dos candidatos determina que a quebra de sigilo seja "imediata, total, nas condições aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos". O documento pede que os dados sejam abertos e divulgados ainda nesta quinta-feira.
Petição assinada pela equipe de Flávio e Lula, à qual o Metrópoles teve acesso, garante que a abertura de sigilos “será imediata, total, nas condições aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos”. Segundo o documento, os dados relativos às autorizações “serão abertos e divulgados hoje”, no dia 22 de outubro.
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A proposta ganhou força na reta final da disputa presidencial e passou a concentrar parte do embate entre os candidatos.
Enquanto os dois lados defendem publicamente a abertura dos sigilos, as equipes trocam questionamentos sobre o conteúdo dos documentos e apontam divergências em relação ao que foi apresentado.
Desafio para quebra de sigilo surgiu em debate da Band
O presidente Lula, candidato à reeleição, desafiou o adversário a liberar os sigilos bancário e telefônico durante o debate presidencial realizado pela Band, no dia 18. A intenção é que os dados fiquem disponíveis antes da realização do segundo turno neste domingo (25).
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Flávio Bolsonaro aceitou o pedido mediante algumas condições, como a liberação do sigilo bancário de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e a exigência de contas desde 2003, início do primeiro mandato presidencial. As condições foram acatadas por Lula e ambos entregaram no TSE as autorizações para fazer a derrubada.
